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Terça-feira, 24.11.15

Ilhas Selvagens na Matiné Pensante 2015 em Bruxelas

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As Ilhas Selvagens marcaram presença na edição da MATINÉ PENSANTE 2015 que teve lugar em Bruxelas, Bélgica,  a 14 de Novembro, por intermédia de uma conferência de autoria do autor deste blog.

Na ocasião, Pedro Quartin Graça reflectiu sobre o papel geoestratégico das Ilhas Selvagens no Atlântico nesta que foi mais uma edição da já muito prestigiada iniciativa de Ana Faria dedicada à Madeira.

publicado por Pedro Quartin Graça às 12:17 | link do post | comentar
Quinta-feira, 29.10.15

A Reserva Natural das Selvagens faz hoje 44 anos de existência

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PARABÉNS ÀS NOSSAS ILHAS! Faz hoje 44 anos que foi criada a Reserva Natural das ILHAS SELVAGENS! A 1ª em Portugal! Parabéns às nossas ilhas, ao Parque Natural da Madeira, aos vigilantes da Reserva e a este grupo que também ajuda na sua divulgação e proteção! Partilhe! Ajude a divulgar a nossa mensagem!

CONGRATULATIONS TO OUR ISLANDS! 44 years ago today the Selvagens Islands Nature Reserve was created! The 1st in Portugal! Congratulations to our islands, the Natural Park of Madeira, to the vigilants and to this group which also helps in the dissemination and protection of Selvagens Islands! Please Share! Help spread our message!

publicado por Pedro Quartin Graça às 14:15 | link do post | comentar
Quarta-feira, 07.10.15

"Islas Salvajes, las olvidadas del Atlantico", um documentário de Juan José Ramos Melo e Germán Pinelo

 

JUAN JOSÉ RAMOS MELO e GERMÁN PINELO, do BIRDING CANARIAS servicios ambientales, são os autores deste interessante documentário sobre as Ilhas Selvagens. 

Reproduzimos aqui a notícia saída sobre o mesmo no jornal "El Diario", de Espanha:

"El documental Islas Salvajes , las olvidadas del Atlántico, de los canarios Juan José Ramos y Germán Pinelo, llegó a las pantallas esta semana para mostrar la riqueza natural de este santuario elegido por miles de aves marinas como lugar de cría en medio del océano.
"Son un auténtico laboratorio de la evolución que hubiera fascinado a Darwin, un paraíso para la vida salvaje y un refugio para algunas de las más singulares especies de fauna y flora de la Macaronesia", relata el ornitólogo Juan José Ramos.
A medio camino entre Canarias y Madeira, las Salvajes son un pequeño archipiélago portugués deshabitado que alberga alguna de la principales colonias de cría de aves marinas de las islas atlánticas, un lugar realmente desconocido para el público y una joya para los amantes de la naturaleza, afirma el naturalista.
Sus fondos marinos sorprendieron al propio Jacques Cousteau, quien dijo de ellas que tenían "las aguas más limpias y transparentes que jamás hubiese visto".
En sus tres islas habitan miles de pardelas cenicientas, petreles del Bulwer, paíños pechialbos, paíños de Madeira y charranes de varias especies.
El archipiélago está formado por tres pequeñas islas e islotes "que aparecen en el horizonte como espejismos, torres de piedra que ya han provocado algún naufragio", y del que cuentan los marinos que eran el lugar elegido por los piratas para esconder sus tesoros.
Leyendas aparte, lo cierto es que las Salvajes fueron declaradas a partir de 1971 reserva natural por parte del Gobierno de Portugal por sus especies de plantas endémicas, fauna invertebrada y sus casi perfectas condiciones para que aniden las aves marinas.
Para estas últimas "son realmente un paraíso", explica Juan José Ramos, que precisa que las aves que crían en Salvajes lo hacen en cuevas y madrigueras bajo tierra.

En la mayor de esta islas se congregan unas 25.000 parejas de pardelas cenicienta y en la Salvaje Pequeña -apenas un kilómetro cuadrado de superficie- crían más de 30.000 paíños pechialbos, la mayor colonia del planeta de esta especie.
Ramos, que ha documentado la ornitología de varios países como promotor de Birding Canarias, impulsó el rodaje de este documental que ha llevado al equipo casi dos años de trabajo, siete horas de entrevistas, dos expediciones a Salvaje y un viaje a Madeira.
Para llegar a su objetivo contó con la colaboración de 139 mecenas en un proyecto colectivo de recogida de fondos, aunque en la financiación también colaboró el área de Museos del Cabildo de Tenerife.
Participaron además en el proyecto especialistas en flora y fauna terrestre y marina, colaboradores del Gobierno y Parque Natural de Madeira, Gobierno de Canarias, Museo de la Naturaleza y el Hombre de Santa Cruz de Tenerife, Museo Municipal de Funchal y Universidad de La Laguna entre otras entidades.
Pero lo que iba a ser un documental descriptivo de la naturaleza ha evolucionado hacia un proyecto "más humano" en el que no hay voz "en off", sino que relatan directamente sus experiencias los científicos que han trabajado en  Salvajes en los últimos 40 años.

 

Fotografía de una pardela cenicienta sobrevolando la Isla Salvaje Pequeña (Portugal) (EFE/JUAN JOSÉ RAMOS)

Fotografía de una pardela cenicienta sobrevolando la Isla Salvaje Pequeña (Portugal) (EFE/JUAN JOSÉ RAMOS)

 

Entre ellos, dos personajes "clave" para el conocimiento de las Salvajes , el fallecido geólogo tinerfeño Telesforo Bravo, de quien se muestran fotografías inéditas en aquellasislas cedidas por la Fundación Telesforo Bravo-Juan Coello, y el ornitólogo portugués Alexander Zino, quien compró los derechos de captura de pardelas precisamente, para evitar su caza y crear una reserva.
También expone su visión de estos parajes Manuel Biscoito, biólogo marino del Museo de Historia Natural de Funchal, para quien las Islas Salvajes "son las Galápagos del Atlántico norte occidental".
Los documentalistas subrayan su interés en dar a conocer el valor medioambiental de estas islas y el esfuerzo de conservación que se realiza en Salvajes , donde el Gobierno portugués "lleva a cabo un magnífico trabajo que es referente mundial".
También subraya el ornitólogo que previsiblemente muchas de las pardelas que se alimentan en aguas canarias provienen de las colonias de Salvajes .
Tras su estreno el día 3 en el Museo de la Naturaleza y el Hombre de Santa Cruz de Tenerife, el documental se proyectará el 16 en el Festival Internacional Boreal de Los Silos y el 19 en la Feria de Ornitología del Delta del Ebro en Tarragona, y está pendiente de fechas para su proyección en Las Palmas de Gran Canaria, Bilbao, Madrid y Galicia.
Además en octubre se editará un libro sobre la naturaleza de Salvajes , que será presentado con motivo de la proyección del documental en el Festival de literatura de viaje y aventuras de Puerto de la Cruz Periplo."

publicado por Pedro Quartin Graça às 09:33 | link do post | comentar
Sábado, 15.08.15

In memoriam - Dietrich Putzer

 

Desconhecido para a grande generalidade dos leitores, o Professor universitário alemão Dietrich Putzer, falecido faz hoje uma semana, era um grande amigo de Portugal, da Madeira e das Ilhas Selvagens em especial. Não sendo português, terá sido o estrangeiro, ainda vivo, que mais fez pelas ilhas, de forma discreta mas incisiva, como era seu timbre.

Recentemente o Diário de Notícias da Madeira publicara sobre Putzer: "No alpendre da casa dos vigilantes, Dietrich Putzer apontou para os mastros à sua esquerda, onde esvoaçavam duas bandeiras, uma da República, outra da região autónoma. "A bandeirinha de Portugal foi eu que trouxe", disse. Depois, olhando o azul ao fundo, para lá do chão de areia onde os calcamares fazem os ninhos, suspirou: "É muito mar."

Putzer era um cientista e dos bons, professor universitário de física aplicada em Duesseldorf, apaixonado por insectos e terras remotas, que, ao longo dos anos, visitou dezenas de vezes as Selvagens. As ilhas levaram a que trocássemos correspondência frequente por e-mail, de há algum tempo a esta parte. Recentemente enviara-lhe a minha tese de doutoramento que este leu em poucos dias e, de imediato, citou num artigo científico que escreveu. Nunca lhe cheguei a agradecer. A sua morte repentina surpreendeu todos quantos viam em Putzer uma figura de relevo também no estudo do património arqueológico das Selvagens. Como homenagem a Putzer divulgo o conteúdo do ultimo e-mail que este me enviou, no bom português que aprendera como auto-didacta que era. Está lá tudo sobre as dificuldades operacionais da nossa Marinha e do pessoal de vigillância, pese embora o enorme esforço de todos. Os leitores e, fundamentalmente, o poder político, interpretarão como quiserem.

"Estimado colega, agradeço-lhe o seu livro que recebi a bordo do Schultz Xavier no dia 15 de Julho poucos minutos depois de ter sido salvado do mar selvagense. Nos dias seguintes estive domicilado na estação de Biologia Marinha do Funchal tendo o tempo de lançar-me no estudo desta multidão de informações condensadas.(...)
O Schultz Xavier tinha partido do Funchal no dia 14.07.15 pelas 14:00. A bordo estavam oito deputados do PS, mais uma jornalista (a Cristina), um biólogo, o Thomas Dellinger (também do PS), dois vigilantes que deveriam fazer a rendição, uma engenheira, a sra.  Carolina Sumares  e o Comandante do Comando Marítimo Sul. Esta tropa tinha a intenção de desembarcar na S. Grande para ver in situ os lugares de achados arqueológicos e agro-industriais com o mapa de STEINER nas mãos. Era também projetado que eu, que estive na S.Pequena com dois Vigilantes desde o 12 de Junho , acompanhasse a turma na S. Grande. Mas o barco de Guerra, Sch.X., nobre elemento da NATO para proteger a área marítima mais a sul de Portugal, só fazia 6,5 nós necessitando 30 horas - com vento norte e corrente na poupa- até comparecer à Selvagem Pequena sem nenhuma manifestação de parar na S. Grande, mas declarando que regressássemos imediatamente para o Funchal em direto. Os tres indivíduos perdidos na S.Pequena tinham estado lá sem rádio, sem motor de bote em função defendendo  virtualmente o litoral da Pequena, indefesos. (Na noite do 17 de Junho mesmo  o farol da Pequena  se tinha apagado  para coroar as disfunções). No dia 15 de Julho nos trouxeram um motor declarado "novo". Confiando nisso deixámos como últimos  o desembarcadouro da Pequena em direção do Schultz Xavier que estava- máquinas em marcha - numa distância de 5 km. O novo motor expirou depois de meio km e um vento gentil do Norte nos prometia que as Canárias e  Marrocos estivessem além do horizonte. Equipamento de salva-vida= zero. O sol iria deitar-se em breve. Felizmente tínhamos a bordo um dos mecânicos faroleiros cujo fraco telemóvel  conseguiu transmitir a nossa situação ao Schultz. Salvaram-nos. Evitando a lembrança daquelas linhas  .. ó grande mar quanto do teu sal, são lágrimas de ....
O farol reparado funcionou na hora da despedida. A S.Pequena estava agora sem Vigilantes e - indefesa-  à espera de infractores e caçadores submarinos canários cujo pisoteio vai estragar muitos ninhos do calcamar. A situação era e continua ser humilhante para  Portugal e os vigilantes que se expõem innecessariamente a perigos pessoais devido a uma  aparelhagem electrónica e motores em disfunção.
É engraçado que o PNM devolve cada ano alguns mil Euros "não gastos"  em vez de utilizá-los para a compra de rádios novos e motores novos para os botes.
O Schultz Xavier com o vento contra a proa, agora só necessitou 20 horas até chegar ao Funchal,  mais outro milagre. Os bravos deputados voltaram então ao Funchal depois de 50 horas no mar e sem terem posto o pé na Ilha cujos tesouros históricos quiseram ver in situ para testemunhar  que os argumentos do lado espanhol : " son rocas en la mar y nada más",  fossem refutados.
Nas conversas com os políticos e os militares a bordo acentuei que também a S. Pequena deveria ter presença de vigilante o ano inteiro e que além disso um fuzileiro deveria estar ao lado do vigilante tanto na S. Grande como na S.Pequena.
Agradeço a sua paciência de ter lido esta história merditativa que reflete que a posição portuguesa nas Selvagens pode ser ridicularizada à vontade mesmo numa época de tenção luso-espanhola titulada "rochas ou ilhas". 
Finalmente gostaria de saber, se já há sinais da preparação dum processo na ONU ou na UE.                                                        

Cumprimentos Dietrich Putzer".

 

Putzer foi salvo no mar e morreu em terra. Ironia do destino...Obrigado por tudo Dietrich e até sempre!

publicado por Pedro Quartin Graça às 10:03 | link do post | comentar
Segunda-feira, 13.04.15

Missão: Selvagens | Montepio Mare Nostrum

Beleza ímpar num excelente documentário. Imagens e palavras para recordar.

publicado por Pedro Quartin Graça às 23:18 | link do post | comentar
Domingo, 12.04.15

Negociações directas e bilaterais entre Portugal e Espanha sobre a ZEE das Selvagens - Um tremendo erro diplomático e político

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O previsível início para breve de negociações bilaterais entre Portugal e Espanha relativamente à delimitação da Zona Económica Exclusiva entre Portugal e Espanha no que se refere às Selvagens constitui um enorme e irrecuperável erro político e diplomático por parte do nosso país.

O Reino de Espanha deseja, na senda das suas anteriores posições, ter acesso a uma área que, apenas por razões de proximidade geográfica, lhe é mais próxima e julga ter direito. Na prática, e entre outras pretensões possíveis, a mais plausível é que Espanha pretenda ver ser fixada, por acordo entre os dois Estados, uma espécie de área de Interesse comum, ou de condomínio, relativamente às águas compreendidas na actual ZEE de Portugal relativa às Selvagens, a exemplo do que defende para a Galiza, o que lhe daria, evidentemente, acesso a uma área muitíssimo superior de águas (as quais estão actualmente em posse de Portugal) do que aquela de que agora dispõe.

É de todo o interesse de Portugal, por questões de uniformização de critérios, que quaisquer negociações, a existirem, sejam de natureza tripartida e incluam necessariamente o Reino de Marrocos.

A anuência por parte do Governo de Portugal no sentido de existência de negociações de tipo bilateral com Espanha, sem levar em conta a questão mais global que envolve, também a posição de Espanha face a Marrocos no que tange às ilhas africanas na posse daquele do Mediterrâneo, entre outras, representa, assim, um gravíssimo erro político que qualquer Governo de Portugal cometerá, lesivo dos interesses nacionais.

publicado por Pedro Quartin Graça às 13:45 | link do post | comentar

Missão: Selvagens | Montepio Mare Nostrum (Trailer)

publicado por Pedro Quartin Graça às 13:01 | link do post | comentar

Portugal negociará directamente com Espanha questão da ZEE das Selvagens

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O Diário de Notícias na sua edição de hoje, 12 de Abril de 2015, dá conta de uma pretensa retirada de objecções feitas por Espanha em 2013 ao projecto de extensão da plataforma continental portuguesa por causa das ilhas Selvagens.

De acordo com o referido matutino, "Espanha comunicou à ONU que não tem objeções ao projeto português de extensão da plataforma continental na região da Madeira, que permitirá alargar a soberania de Lisboa sobre o leito e o subsolo marinhos das 200 milhas para as 350".

Na verdade, o que Espanha faz na referida nota não é mais do que  "reiterar [a posição assumida em 2009 de] que o governo espanhol não levanta nenhuma objeção" à proposta portuguesa.", escreve o DN.

Lendo o texto, diz o jornal, que "não se percebe porque é que a Espanha reafirma formalmente o que já declarou em 2009. O motivo está omisso: o governo de Mariano Rajoy, em 2013, manifestara "a sua objeção" ao documento de Lisboa, suscitando entraves políticos na apreciação pela ONU da proposta de Portugal.", escreve o jornal.

Da nota inserta na página da ONU pode ler-se: " Em consequência, Espanha comunica à Comissão de Limites a sua vontade de proceder, de comum acordo com Portugal, à delimitação lateral da Plataforma Continental entre ambos os Países assim que a Comissão tenha examinado as pretensões de Espanha e Portugal".

Contrariamente ao que o matutino português escreve utilizando um título que induz em erro os leitores do jornal, é fácil perceber a matéria em causa:

1. Em primeiro lugar porque não está, nem nunca esteve em causa, a expansão da plataforma continental de Portugal por causa das Selvagens dado que o projecto entregue por Portugal não passa pela utilização daquelas ilhas enquanto suporte para a referida expansão.

2. Espanha sabe perfeitamente que não passando o projecto de expansão da PC de Portugal pelas Selvagens, Espanha dificilmente poderia argumentar em sede de análise jurídica da questão no seio da ONU no sentido de serem as Selvagens um obstáculo por parte de Espanha à aprovação do pedido de extensão da PC de Portugal, pelo que a reacção diplomática anterior protagonizada por Espanha teve como objectivo exclusivo forçar Portugal a negociar, não a questão da expansão da Plataforma continental, mas sim a questão da zona Económica Exclusiva das Selvagens.

3. A nota de Espanha traduz-se uma técnica muito habitual na diplomacia espanhola neste tipo de matérias, a de nunca "dar o braço a torcer", e desta nota pode sim retirar-se, sem margem para quaisquer dúvidas, que já terá ficado assente entre Portugal e Espanha que os dois Estados vão negociar um acordo directo, fora da alçada da ONU (e da sua Comissão de Limites) para a delimitação, não das respectivas plataformas continentais, como na nota espanhola e na notícia do DN erroneamente se afirma, mas sim acerca da Zona Económica Exclusiva das Ilhas Selvagens.

4. Ou seja, e para sermos mais claros, já terão existido negociações técnicas entre os dois países nos últimos meses, omitidas ao conhecimento da opinião pública portuguesa, que permitiram que agora Espanha emitisse este nota na qual, apesar de tudo, não quer dar parte de fraca relativamente ao que antes afirmara, e que se irão traduzir no futuro imediato em negociaçoes entre os dois países ibéricos acerca da ZEE das Selvagens e, portanto, de forma indirecta, sobre a classificação das mesmas enquanto ilhas ou rochedos

5. Assim, a matéria inserta na manchete do DN, cujo título foi feito seguramente de forma involuntária pelo facto de o referido jornalista ter sido induzido em erro, não constitui novidade porque não existiu reviravolta diplomática alguma, mas tem o mérito de permitir perceber que os Governos de Portugal e de Espanha têm mantido conversações directas sobre a questão das Selvagens no que toca à questão da Zona Económica Exclusiva das mesmas e que em breve se sentarão à mesa de negociações.

6. Este blog e todas as centenas de milhar de portugueses que se interessam pela preservação do território nacional não deixarão de acompanhar de forma muito atenta esta questão e estarão vigilantes sobre a capacidade do Governo de Portugal, seja ele qual for, em saber lidar com esta importantíssima temática no sentido da preservação da unidade pátria.

 

Lisboa, 12 de Abril de 2015

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publicado por Pedro Quartin Graça às 08:10 | link do post | comentar
Terça-feira, 09.12.14

Francisco Lufinha ligou Selvagens à Madeira em feito histórico

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Parabéns a Francisco Lufinha em nome do Blog ILHAS SELVAGENS!

publicado por Pedro Quartin Graça às 19:31 | link do post | comentar

Francisco Lufinha - A honrar a tradição lusa dos grandes navegadores

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publicado por Pedro Quartin Graça às 07:55 | link do post | comentar
Bem-vindo ao Blog “Ilhas Selvagens”! Este é um espaço dedicado à divulgação das Ilhas Selvagens, subarquipélago da Madeira, o extremo mais a sul do território nacional. Uma janela aberta ao mundo e um retrato da zona mais desconhecida de Portugal. Entre e explore as ilhas!

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